Um Ano Sem Compras: 7ª semana (em Bs As!)

E a sétima semana sem compras (outra vez em Buenos Aires) chegou ao fim e foi bem divertida. Tentei conhecer alguns lugares diferentes depois do trabalho e fui passear no final de semana por lugares que – mesmo tendo vindo aqui tantas vezes  – ainda não conhecia. Um deles foi a pizzaria Güerrin, que existe desde 1934 e já foi eleita a melhor pizza de Buenos Aires. São 3 pisos lotados de mesinhas onde se serve o que sem dúvida foi uma das melhores pizzas que já comi nessa vida. Sério. Eu já comi pizza em diversos países e a da Güerrin é sensacional. Fica na Avenida Corrientes, 1368 pertinho do Obelisco.

Outro lugar bacana que visitei foi o shopping Dot Baires, que eu vinha evitando pela “dieta de compras”, mas que é lindíssimo! São 3 andares com diversas lojas bacanas (tem até da Lindt!), uma Falabela enorme com diversos itens de decoração, cinema Hoyts com direito a sala Premium (assisti – e chorei com – Philomena!) e uma bem variada praça de alimentação onde conheci o Green Eat e me apaixonei. O Green Eat é uma rede de restaurantes natureba/orgânico com uma infinidade de delícias lights a preços bem amigo (sala cesar + suco + tortinha de maçã saem uns 30 reais) localizados em diversos pontos da cidade (tive oportunidade de comer do do Dot Baires, da Galerias Pacífico e da Santa Fé, 1661). Recomendo pra quem vai a Bs As e quer saladas bem fresquinhas.

Para fechar a semana, no domingo caminhei até a feira de Santelmo (ida e volta somaram incríveis 8km!) num lindo dia ensolarado. Levei uma razoável quantidade de pesos em busca de objetos de decoração para meu novo apartamento e voltei com….absolutamente nada! Foram mais de 3 km de feirinha com barracas das mais variadas coisas e não senti vontade de comprar absolutamente nada! Me senti um talento ♥

No mais, como a semana foi repleta de jeans/jaleco/botina e camiseta, resolvi não fotografar o que usei e sim os bons momentos que vivi nesses dias porteños para partilhar com vocês: 

1- Luar de verão no Puerto Madeiro, lindo demais!

2- Eu e o Pac Man do Dot Baires. Não resisti…rs

3- Jantinha saudável no Green Eat

4- Helado de Chocolate Suizo (chocolate suiço com doce de leite) do Freddo

5- Eu e Mafalda (ela fica na esquida da Defesa com a Chile!)

6- Obelisco da 9 de Julho

7- Visão da Feira de Santelmo subindo a Defesa até a Plaza Dorego

8- Toda a turminha da Mafalda

9- Ensalada Dolmen, a salada delicinha do meu hotel

E que venha a oitava semana ♥

Começaram as Inscrições para o Sorteio da Copa!

Hoje era dia da tag Papo de Amélia, mas tive que mudar para compartilhar essa grande novidade: ontem começaram as inscrições no site da FIFA para comprar os ingressos da Copa do Mundo 2014!!! As inscrições podem ser feitas direto no site da FIFA (clique aqui!) no mesmo esquema que foi para a Copa das Confederações, até o próximo dia 10 de outubro de 2013, quando serão reunidos todos os pedidos. Como a ordem de inscrição não afeta na sua probabilidade de ser sorteado (você pode se inscrever no último dia e ser contemplado), nada de pânico: escolha com carinho o seu pacote e cruze os dedos!

 Caso o número de inscrições ultrapasse a capacidade oficial de cada partida, a FIFA sorteará os espectadores que terão direito a efetuar a compra (dedinhos cruzados!). O anúncio dos sorteados será feito em novembro de 2013 e o valor das entradas será descontado no cartão de crédito que você utilizar para se inscrever, entre os dias 5 a 28 de novembro de 2013.

Se você não for sorteado, ainda há esperança na segunda fase das vendas entre os dias 8 de dezembro de 2013 e 30 de janeirode 2014, que pode ser reaberta se ainda sobrarem ingressos.

Apenas uma dica: cuidado com a inscrição randômica. Com ela você pode ser contemplado para a Abertura, para a grande Final ou para um jogo como Grécia e Nigéria em uma cidade sede hiper longe da sua casa. Se você não dispõe de muita verba para viagens, opte pelos pacotes de cidade, que te dão direito de ver 4 jogos na cidade a sua escolha (obviamente Rio e São Paulo serão as mais concorridas). Eu, que sou apaixonada por Copa do Mundo, vou me inscrever (e também mãe, pai, namorado, vizinho…) para os jogos de Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte.

E você, animada também pra Copa do Mundo no Brasil?

Momiji Clube do Livro by Luli Bunny

No final de semana passado eu vi na fanpage do Just Lia que a Lia ganhou uma Momiji super fofa do povo da Kero Tudo e me apaixonei! Para quem não conhece, as Momiji são uma adaptação contemporânea das originais bonecas Kokeshi, que eram produzidas artesanalmente por agricultores japoneses com o desperdício de madeira para presentear familiares e amigos. Cada boneca possui um buraquinho para você colocar um “bilhetinho” personalizado.

O primeiro contato que tive com essas bonequinhas fofas foi quando uma grande amiga – nipônica – trocou de carro e estava super alegre. Comprei uma Momiji verde de chaveirinho para acompanhá-la em suas aventuras e no fim das contas ela acabou comprando várias outras e montando uma pequena coleções de Momijis fofas!

O tempo passou e eu fiquei enrolando pra comprar a minha, até porque não conseguia me ver naquelas fofuras por não ser japa…isso foi até conhecer a colecão Book Club feita pela artista Luli Bunny!

São 6 bonequinhas fãs de gêneros literários diferentes: Danielle gosta de livros de receitas e sonha em se tornar uma confeiteira; Phoebe gosta de histórias de ficção científica sobre alienígenas; Alex gosta de ler sobre magia e predizer o futuro; Eve gosta de histórias românticas, especialmente envolvendo os ruivos; Enid gosta de livros sobre meditação e Clarice gosta de histórias de detetive e vive adivinhando o mistério antes do fim.

Se você assim como eu ficou querendo todas (meu namorido está aqui do lado perguntando onde raios colocarei essas fofuras), encontrei à venda no Kero Tudo por R$42,60, no Ebay por 12 doletas e por preços variados no site da Amazon. Muito amor em forma de boneca, né?

A Campus Party Brasil 2013 está chegando!!!

No próximo dia 28, começa aqui em São Paulo a #cpbr6 no Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1.209) para alegria geral da nação! O evento vai de 28 de janeiro a 03 de fevereiro com temas diversos e atrações para campuseiros e visitantes, nos seus 9 palcos temáticos.

Uma novidade super bacana pra quem gosta de moda é que a FiveBlu, primeira fast fashion online do Brasil, será também a primeira empresa do segmento de moda a patrocinar a Campus Party. E pra quem acha que moda e tecnologia não combinam, saiba que o segmento de moda e acessórios corresponde a 11% do volume total de vendas pela internet , que já superava o total do ano passado em aproximadamente 21%. E isso não é apenas uma tendência no Brasil, a comScore em Setembro de 2012 anunciou que dentre os 1.100 entrevistados do Brasil, Argentina, México, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela, 43% comprou algum item de vestuário nos últimos 3 meses.

Consolidada como um dos cinco maiores mercados para o comércio eletrônico do país, a indústria da moda cada vez mais investe em novas tecnologias afim de acompanhar mudanças, para  se manter ativa e relevante no ambiente digital, que para a maioria das marcas é relativamente novo. Para quem não conhece a FiveBlu, a marca foi lançada em 2012 e oferece produtos de moda super atuais a preços super acessíveis.

Quer conhecer os palcos da #cpbr6?

Palco Principal (Magistrais, Destaques e Fórum)

Galileu (Astronomia, Hardware, Moddig e Eletrônica, Robótica, Biotecnologia, Nanotecnologia e GreenTech)

Michelangelo (Design, Fotografia, Vídeo e Música)

Gutenberg (Mídias Sociais e Blogs)

Pitágoras (Desenvolvimento e Sistemas Operacionais)

Sócrates (Software Livre)

Arquimetes (Segurança e Redes)

Hypatia (Empreendedorismo)

Stadium (Simulação)

Já tou super animada contando os dias pra ir…e você?

 

Seja feliz abrindo mão de ser escravo dos supérfluos!

Minha mãe e meu pai me passaram valores (cada um à sua maneira) sobre dinheiro e vida que levarei para sempre. Acho que o maior deles, é que viagens e cultura (seja através da leitura, estudo ou pela própria viagem) são os bens mais preciosos que você pode ter.

Eu não tenho carro do ano (na verdade, nunca tive!) e nem ando com roupas de marcas caras…mas graças a Deus fiz viagens inesquecíveis, conheci pessoas e culturas surpreendentes, estou inciando meu quarto idioma, moro com a pessoa que amo, faço o que gosto e sou feliz. Simples assim. Foi por isso que resolvi partilhar com vocês este texto maravilhoso da coluna Mulher 7×7 do site da Época (dica da amiga Flayza Vieira)…que tal abrir mão de todo um esquema de amarras que te prendem e ser feliz?

Parte das minhas aventuras conhecendo lugares lindos e gente bacana: Salzburg, Hong Kong, Roma, Floripa, Lucerna, Buenos Aires, Paris, Basel, Madrid, Floripa, Hong Kong e Munique

“No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto, diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para uma espécie de ano sabático.

Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana. Como nunca cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade: shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes, na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram incontáveis jantares regados a vinhos.

Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando (por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em apartamento próprio e quase nunca viajavam.

Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”, me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo – da classe média europeia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram em coisas prazerosas e gratificantes.

Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média europeia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer necessidade do dia a dia.

Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina, a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.

Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram assim os custos fixos e, mais leves,  tornaram-se mais portáteis (este ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda mais simples).

Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros: o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.

Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio (essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a “vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.

Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano (enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para manter o padrão).

É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são mestres na arte do savoir vivre e sabem muito bem como pilotar um fogão e uma vassoura.

PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema” que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor. Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as elites mal-acostumadas no Brasil.”

fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher7por7/2010/10/30/como-a-classe-media-alta-brasileira-e-escrava-do-alto-padrao-dos-superfluos/

Keep Calm…

…porque hoje é sexta-feira!

Todo mundo já devem ter lido nas redes sociais as mais diversas variações do slogan “Keep Calm and Carry On”, o que talvez nem todo mundo saiba é a origem do mesmo.
Esse slogan faz parte de uma série de cartazes que o governo britânico criou no início da Segunda Guerra Mundial, numa tentativa de amenizar a tensão de um país que se encontrava em meio a ira nazista.

Foram criados 3 cartazes com cores fortes, a coroa britânica e frases de impacto: “Your courage, your cheerfulness, your resolution will bring us victory”, “Freedom is in peril, defend it with all your might” e o último – e mais famoso dos três – foi o nosso tão conhecido “Keep Calm and…” que foi criado para caso a Alemanha invadisse o país. Como isso não aconteceu, os cartazes foram destruídos e os poucos que sobraram foram parar no Museu Britânico da Guerra e um deles numa livraria.

O proprietário da livraria encontrou o cartaz no fundo de uma caixa de livros que arrematou em um leilão, e pendurou o cartaz em sua loja. Ao perceber que o tal cartaz chamava muita atenção de seus clientes, ele começou a fazer reproduções e vender aos montes! Caindo nas redes sociais, o texto começou a ser alterado e para a nossa alegria começaram a surgir as mais cômicas variações…entre elas selecionei as que acho mais divertidas para animar a nossa sexta-feira:

Eu Quero! – Intercâmbio Voluntário

No comecinho da semana recebi um e-mail da CI, Central de Intercâmbio, sobre diversos pacotes super legais de trabalho voluntário no exterior.
Achei tão bacana que vim correndo dividir as informações com vocês!

Porque Fazer um Intercâmbio Voluntário?
Em tempos de movimentos pró sustentabilidade e pró direitos humanos, os trabalhos voluntários no exterior também são experiências incríveis. Por meio deles, é possível tornar a viagem de intercâmbio ainda mais interessante e com um objetivo muito maior do que a troca de conhecimento e o aprendizado de um novo idioma.
Afinal, a proposta é pra lá de especial: ajudar pessoas carentes, zelar pela vida selvagem, levar a bandeira da preservação ambiental e contribuir para um mundo melhor. O voluntário levará sua boa vontade e esperança ao país desejado. Quem se engajar na aventura solidária vai trabalhar em projetos sociais que ensinam sobre o meio ambiente, o respeito à natureza e as diferenças culturais.
Há programas com objetivos diversos. Cuidar de animais doentes e abandonados. Realizar atividades com crianças portadoras de deficiências físicas e mentais. Ajudar na conservação de reservas, faunas e floras. Promover atividades culturais e educacionais com crianças e jovens carentes, entre outras ações humanitárias.

Porque eu quero ir: acho que nunca comentei aqui no blog, mas ajudo um grupo chamado Missão Cristã Mundial, que dentre os muitíssimos trabalhos bacanas com resgate de nações, resgatam e acolhem meninas prostituídas e abandonadas no Nepal levando-as para uma das casas do Projeto Projeto Meninas dos Olhos de Deus.
Já tive a oportunidade de assistir algumas pregações e palestras do fundador, Pastor José Rodrigues, e também de algumas meninas resgatadas pelo Meninas dos Olhos de Deus. É impressionante a história de vida dessas meninas antes do resgate: fome, prostituição, abandono…algo desumano e triste.
Desde que me envolvi com o projeto, contribuindo com oração e/ou financeiramente, a vontade de conhecer Kathmandu (capital do Nepal) apareceu e foi crescendo a cada dia. Acho que com esse programa agora ficará mais fácil!

Quais são as Opções de Voluntariado e Destino?
Hoje é possível fazer o intercâmbio voluntário na África do Sul, Índia, Namíbia, Nepal e Peru.
São diversas opções trabalho voluntário como: cuidar dos animais órfãos na África, recreações e aulas de inglês para crianças carentes e/ou de baixa renda, voluntariado em hospitais, escolas…tem trabalho pra todos os gostos!

Se você assim como eu se animou e quer saber mais sobre os programas, leia o depoimento de várias pessoas que já participaram desta experiência maravilhosa clicando aqui!

[Pelo Brasil] Dicas de Viagem para Curitiba – Paraná

Devido a correria do dia a dia, não tenho conseguido dividir com vocês as dicas de viagem pelo Brasil e pelo mundo que eu tanto amo, mas estive em Curitiba no último final de semana e me deu uma vontade tão grande de dividir com vocês as maravilhas daquela cidade fria e deliciosa que tão bem me acolheu por 10 anos, que vim correndo no escrever na primeira folguinha que tive.

E como começa no próximo dia 27 de março o Festival de Teatro de Curitiba, que tal conhecer um pouquinho mais da cidade?

Jardim Botânico – Curitiba

Onde ficar?
O centro de Curitiba possui bons hotéis a preços módicos como os da rede Formule 1 e Ibis entre outros. A grande vantagem de se hospedar na região central de Curitiba é a proximidade da rodoferroviária, dos shoppings Müller, Estação e Curitiba, Jardim Botânico, Largo da Ordem, Rua XV de Novembro e outros diversos pontos turísticos da cidade.

Outro lugar bacana para se hospedar é na região do Batel que conta com hotéis da rede Holiday Inn, Habor, Ibis, Slaviero, Bourbon entre outros. A noite da Avenida Batel, com seus diversos bares, é a mais agitada de Curitiba.

Onde comer?
Com uma distância de apenas alguns passos, é possível provar desde o regional barreado como a alemã bradwurst ou ainda o delicioso e farto café colonial local.

Em Santa Felicidade é possível encontrar os tradicionais restaurantes italianos como o Madalosso (e Velho Madalosso), Cascatinha ou ainda o Famiglia Fadanelli.

Para quem não dispensa a típica e deliciosa comida de boteco, eu recomendo o Bar Hora Extra (aos sábados tem feijoada com samba e chorinho), o bar Aos Democratas, o Bar da Brahma ou ainda o Santo Graal.

 Apenas uma amostra do Café Colonial do Coeur Dulce

E como não poderia deixar de falar, em Curitiba existem diversos – e maravilhosos – cafés coloniais para almoço, lanche e jantar com opções de tirar o fôlego! O meu preferido é sem dúvida o Coeur Dulce. Mas também recomendo o da Piegel e o Café Colonial da Bisa em Quatro Barras.

Quer apenas um lanchinho pós balada ou no meio da tarde?
Sem dúvida você precisa experimentar os deliciosos e bem servidos sanduíches do Waldo X-Picanha ou do fastfood curitiba Kharina.

Onde ir?

Para o dia: Curitiba é muito conhecida por seus lindos parques.
O mais famoso e florido é o Jardim Botânico.
O mais badalado com diversos restauratntes e bares é o Parque Barigüi (e quase em frente tem o Park Shopping Barigüi que é um shopping tudo de bom).
O maior e mais verde é o Tanguá com suas enormes cataratas artificiais.
E isso só para citar alguns dos trocentos parques lindíssimos.

Curitiba também conta com a Ópera de Arame, o Museu Oscar Niemayer, o enorme shopping a céu aberto que é a Rua XV de Novembro (onde tem o prédio do HSBC que as criancinhas cantam no natal!) e a Feirinha de Artesanato do Largo da Ordem.

Para a noite: bares e mais bares para esquentar a fria e cinza noite Curitibana.
Se você não conhece nada da cidade, vá para a Avenida Batel e não tem erro: lá tem o tailandês Taj Bar (que é bar, restaurante e baladinha aos domingos), o mexicano Taco El Pancho, o americano Peggy Sue, o irlandês Sheridan’s, o russo Soviet ou ainda o Santa Marta.

Lellis Tratoria

Se você quiser apenas um jantar a dois e estiver disposto a gastar sem dó, bem próximo a Avenida Batel tem os italianos Lellis Tratoria e a Pamphylia com suas deliciosas sopas e o francês Château de Gazon com seus deliciosos fondues e vinhos.

Curitiba também conta com os estádios de seus três times: a Arena da Baixada do Atlético Paranaense, o Couto Pereira do Coritiba e o Durival de Brito do meu amado Paraná Clube! (sim, sou carioca mas paranista com muito amor e orgulho)

Onde (e o que) comprar?
Além dos diversos shoppings espalhados pela cidade,  Curitiba conta com a turística Rua XV de Novembro com diversas festinha populares e uma feirinha de artesanato na Praça Osório próximo a Boca Maldita.

Em todos os parques e também no aeroporto, existem também lojinhas de souvernirs locais, porém a preços não tão amigos. Se você tiver um domingo na cidade, vá na Feirinha do Largo da Ordem onde é possível encontrar todo o tipo de artesanato e gastronomia local a preços muito mais acessíveis e muito mais variedade. Tudo isso sem contar a feira de carros antigos que acontece na rua paralela e os shows musicais de artistas de rua. Um espetáculo e tanto, gratuito e a céu aberto.

Mais dúvidas?
Depois de morar 10 anos em Curitiba, e ainda voltar para lá todos os meses para visitar minha mãe e meus vira-latinhas, vivi milhares de experiências maravilhosas que não caberiam em apenas um post.
Por isso se você está se planejando para conhecer a capital paranaense e tem alguma dúvida, deixe aí embaixo nos comentários que terei o maior prazer de responder e ajudar se for possível 🙂

Beijo grande!

[Pelo Brasil] Dicas de Viagem para Florianópolis – Santa Catarina

Desde que me entendo por gente, sou apaixonada por Santa Catarina.
Terra de gente bonita, fauna e flora riquíssimas, e das cidadezinhas mais lindas do Brasil.
Quando eu morava em Curitiba tinha o privilégio de ir pra Joinville, Blumenau, Brusque e Floripa com uma frequência muito maior do que hoje, morando em São Paulo.

 Vista aérea da praia de Ingleses – Floripa

Mas como o amor pela Bela e Santa Catarina é maior que a distância, já programei as minhas férias de verão e pela terceira vez seguida, é lá que passarei meus dias de descanso…
Floripa, aí vou eu!

E já que estou indo pra lá em alguns dias, que tal compartilhar as dicas e experiências que vivi nesse lugar mágico?

Eu cazamiga em Ponta das Canas – Floripa 2008 (saudades do meu cabelão!)

Onde ficar?

Eu particularmente prefiro o norte da ilha.
Praias mais limpas, não tão cheias de ambulantes e com centrinhos próprios que evitam o trânsito caótico de ir ao Beira Mar Shopping ou algum outro lugar no centro para comer/comprar algo.
Já tive a oportunidade de ficar em Ingleses, Jurerê, Jurerê Internacional, Campeche, Joaquina e Ponta das Canas.

Entre as praias do norte da ilha, prefiro Ingleses, que além de ser uma praia ótima e de águas calmas, possui um centrinho com diversos restaurantes, mercadinhos, farmácia, sorveterias, bancas de jornal, caixas de banco e um pequeno (bem pequeno MESMO) shopping. Ou seja, você pode fazer tudo a pé e bem pertinho do apartamento ou hotel!

Em ingleses é possível ficar no Hotel Praia TourHotel Porto do Sol, Hotel das Gaivotas, Pousada Praia dos Ingleses ou em algum das centenas de apartamentos para aluguel em temporada.
Mas atenção: se você pretende alugar um apartamento ou reservar um hotel para o final do ano, prepare-se para desembolsar 50% do valor no ato da reserva e pagar por em média 10 diárias – período mínimo exigido pelos hotéis/imobiliárias.

Canasvieiras e Jurerê contam com a mesma estrutura, mas com preços não muito amigos.
Então prefiro ficar em Ingleses e se quiser ir em outra praia, chego no máximo em 10 minutos de carro!

Agora se o que você quer mesmo é ficar bem longe do agito e próximo de uma praia com boas ondas para o surf, escolha a Joaquina e um dos seus dois únicos hotéis: Cris Hotel e Joaquina Beach Hotel (eu particularmente recomendo este último…o Cris Hotel é muito antigo e mal consevado).

Um lugar muito tranquilo durante o dia, porém bem agitado durante a noite é a Lagoa da Conceição, que fica bem pertinho da Praia Mole e da Joaquina. Porém só dá pra ir de carro.

Clica no mapa que aumenta!

Onde comer?

Seja lá onde você escolher comer, peça (ao menos uma vez) a deliciosa Sequência de Camarão.
É um prato típico da ilha e vem com diversos tipos de camarão, peixe, arroz, pirão e fritas.
Dependendo do restaurante o preço pode ser um pouquinho salgado, mas normalmente dá para duas pessoas.

Sequência de Camarão em Floripa – normalmente, bem maiores que esta!

Além dos deliciosos quiosques que servem porções e bebidas na praia, em Ingleses eu costumo comer no Paixão de Verão ou na pastelaria que fica bem em frente e faz um pastel gigantesco…se quiser tentar um fast food, dá pra procurar alguns dos pequenos shoppings da ilha e fazer um “saving” no orçamento alimentício…rs

Existem também os deliciosos restaurantes nas proximidades da Lagoa da Conceição como o Barracuda, Deca e Casa do Chico, o concorrido Box 32 do Mercado Municipal e muitos outros espalhados pela ilha. Se quiser conferir mais opções, recomendo o blog Comer em Floripa que tem altas dicas.

Onde ir?

Não é a toa que Floripa é conhecida como a Ilha da Magia.
Além de lindas praias como a do Santinho e lagoas como a da Conceição, é possível fazer trilhas, alugar uma bicicleta e fazer uma infinidade de passeios.

O transporte público não é muito bacana…mas se você for de carro, fique tranquilo: a ilha é extremamente bem sinalizada e você pode chegar absolutamente em qualquer lugar seguindo as placas, experiência própria de quem já se perdeu e conseguiu se achar pelas placas.

Existe também o Floripa by Bus, que é um ônibus de 2 andares estilo citytour que possui diversos roteiros, porém precisa ser agendado previamente.
Veja as opções de roteiros e como agendar clicando aqui.

Mas independente do seu meio de transporte, lugares que você não pode deixar de ver/visitar:

a) Ponte Hercílio Luz: esta ponte é o cartão postal da cidade. Construída entre 1922 e 1926 para melhorar o acesso à ilha, que até então era feito apenas por barco.
Está interditada para restauração desde 1991, mas é possível vê-la bem de pertinho pela fortaleza e tirar lindas fotos da vista!

b) Mercado Municipal: localizado no coração do centro histórico, possui entre suas banquinhas de peixe, barezinhos, restaurantes típicos e muito mais. No sábado à tarde vira ponto de encontro de pagodeiros (bleh!).

Vista Noturna do Mercado Municipal 

c) Catedral: ela foi construída no mesmo lugar onde o fundador da cidade tinha erguido uma capelinha para a Nossa Senhora do Desterro. Tem um acervo de artes sacras fantástico e às sextas-feiras tem uma feirinha de artesanato em frente.

d) Morro da Cruz: é o principal mirante da cidade.

e) Passeio de Escuna: existem diversos passeios de escuna disponíveis em Floripa. Você pode pegar um folhetinho no seu hotel e escolher o destino (e valor) que mais lhe atraia.
Tem uma bacana que sai de Canasvieiras passando pelas ilhotas e fortalezas e ainda pela Baia dos Golfinhos…vale muito a pena 🙂
f) Avenida Beira Mar: visitar a principal avenida da cidade a pé ou de carro é muito gostoso. A avenida é repleta de bons restaurantes e tem uma linda vista do calçadão.
 
g) Dunas da Joaquina: seja para praticar Sandboard, brincar de “ski-bunda” ou simplesmente tomar uma água de coco assistindo ao sol se por, as dunas são um passeio obrigatório para todo visitante em Floripa. Bem na frente das dunas existe um restaurante natural (que não me lembro o nome) que vende deliciosos salgados integrais e assados!

Eu e Cris nas Dunas com a praia da Joaquina ao fundo – Floripa 2010

Onde (e o que) comprar?

Precisando comprar algo trivial em Floripa, como roupas ou calçados eu sugiro o Beira Mar Shopping ou o Iguatemi, que além de possuir bons cinemas e praças de alimentação, também contam com as lojas convencionais que estamos acostumadas – com isso economizando tempo.

Para comprar biquínis, cangas, havaianas e demais artigos para a praia, recomendo as lojinhas locais.
Você pode comprar lindos biquínis a preço de banana!
Lembrando que uma parte de cima que custa 20 reais, não deve durar muito mais do que um verão…mas ainda sim vale a pena!

Existem também, diversas feirinhas hyppies ou de artesanato local, onde podemos comprar anéis, bijoux diversas e saídas de praia bem trabalhadas. Isso e tudo mais que mulher adora comprar 🙂

E no Reveillon?

O Reveillon de Floripa BOMBA.
Além dos shows de fogos na Avenida Beira Mar e as lindas praias, a ilha ainda conta com inúmeras baladas fortíssimas cheias de gente bonita.

Reveillon na Avenida Beira Mar

Entre as melhores festas, eu recomendo a Pacha que ainda tem ingressos do primeiro lote a venda, a Boutique, P12 (que é fenomenal mas prepare-se para desembolsar uma pequena fortuna), Café de La Musique e a Warung. Tem baladas para todos os gostos e bolsos!

Mais Dúvidas?

Existem bons sites de viagem com dicas de Florianópolis como o Férias Brasil.
Mas se eu puder ajudar, manda sua pergunta nos comentários que eu respondo e se não souber vou atrás de quem sabe.
Ah…e se tiver mais dicas de Floripa, sinta-se a vontade para compartilhá-las nos comentários também 🙂

Espero ter ajudado….beijos e boa viagem!